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sexta-feira, 1 de junho de 2012

PROJETO DE LEITURA


A ESCOLA ALACID NUNES HÁ TEMPOS VEM SE DESTACANDO EM SEUS PROJETOS, APESAR DAS CRÍTICAS GERADAS POS PESSOAS QUE NÃO CONHECE NOSSA REALIDADE.
OS VÍDEOS ABAIXO SÃO ALGUMAS DAS PRODUÇÕES DOS ALUNOS APRESENTADAS NO PROJETO DE LEITURA QUE FOI REALIZADO HOJE NO PÁTIO DA ESCOLA
SENHERES(AS) VEREADORES(RAS), LIDERANÇAS POLITICA DE VILA BELA VISTA, VISITE NOSSA ESCOLA, ACOMPANHE DE PERTO E VEJA QUANTOS TALENTOS SÃO FRUTOS DESTA ESCOLA COM PÉSSIMA ESTRUTURA E MOTIVO DE CRÍTICAS POR MUITOS QUE NEM SE QUER CONHECE O QUE É EDUCAÇÃO.
ASSISTA AOS VÍDEOS, E PERCEBA QUE A EMEF ALACID NUNES NÃO É UMA ESCOLA BOA, MAS UMA DAS MELHORES.
TODAS AS CRÍTICAS SÃO BOAS DESDE QUE SEJAM CONSTRUTIVAS.
VEJA OUTRAS APRESENTAÇÕES EM MINHA PÁGINA NO YOUTUBY.




sábado, 26 de maio de 2012

Marcha nacional em setembro cobrará respeito ao piso

reuniao_cne_25_05_12Uma paralisação nacional de 24 horas vai acontecer durante a Semana da Pátria, quando cerca de cinco mil trabalhadores vão marchar em Brasília por uma educação de qualidade. A mobilização foi definida hoje (25) durante da reunião do Conselho Nacional de Entidades, a primeira a ser realizada após a greve nacional promovida nos dias 14, 15 e 16 de março.
Durante o debate, chegou-se ao consenso de que, apesar do piso nacional dos professores estar na pauta da sociedade, a área educacional ainda não é tratada como prioridade. A Secretaria Geral da CNTE, Marta Vanelli, afirmou isso pode ser sentido na resistência dos prefeitos e governadores em pagar o piso, que tem ocasionado greves mais duras do que no ano passado. "Estamos lutando com os gestores independente dos partidos", afirmou. "No primeiro semestre tivemos uma luta acirrada. Embora haja poucos estados em greve agora (Bahia, Sergipe, Piauí), são greves emblemáticas, porque revelam a incompreensão sobre a lei do piso", salientou o presidente da CNTE, Roberto Leão.
A manifestação que será promovida no dia 5 de setembro tem como objetivo justamente reforçar a luta pela implementação completa da Lei do Piso. Além disso, os trabalhadores vão destacar a importância de se investir 10% do Produto Interno Bruto (PIB) na Educação. A marcha será precedida de uma vigília na Praça dos Três Poderes. (CNTE, 25/05/12)

domingo, 13 de maio de 2012

CNTE critica divulgação de Ideb pelas escolas

A secretária-geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Marta Vanelli, criticou o Projeto de Lei 1530/11, que obriga as escolas de ensino básico a divulgar, em placas afixadas na porta dos estabelecimentos, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) da escola. O projeto está sendo discutido em audiência pública na Comissão de Educação e Cultura.
Segundo ela, o Ideb não é recurso de avaliação dos estabelecimentos da educação do País, e sim um instrumento de diagnóstico. Na visão dela, a divulgação do índice, como prevê a proposta, vai servir para "tirar o aluno da escola pública e levá-lo para a escola particular", o que seria prejudicial ao sistema educacional como um todo. "Temos que ter escolas boas para todos, não importa onde esteja a escola."

domingo, 29 de abril de 2012

Solicitação de crédito especial gera polêmica






Vereadores recusam projeto que
solicitava quatrocentos mil para
construir prédio da sede do instituto
de previdência municipal de Dom Eliseu
A prefeitura de Dom Eliseu enviou à câmara de vereadores em março o projeto de lei 0012/2012-GP solicitando a suplementação de crédito especial de R$ - 400 mil para a construção da sede do Instituto de Previdência Social do Município de Dom Eliseu, proposta que foi recebida com receio pelos vereadores de oposição ao prefeito Joaquim Nogueira Neto (PMDB), primeiro porque supõem-se que o prédio pode ser erguido por um valor menor, e segundo é que a comissão de orçamento e finanças descobriu que o valor para a construção da sede do instituto de previdência municipal está contemplado na LOA – Lei Orçamentária Anual - aprovada em dezembro de 2011 no valor de R$ - 300 mil.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

CNTE realiza a II Oficina de Redes Municipais

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A CNTE promoveu em Brasília, nos dias 28 e 29 de março, a II Oficina de Redes Municipais. O evento reuniu as lideranças dos sindicatos filiados para estudar as receitas dos municípios, com o objetivo de discutir formas de implementar o maior piso salarial a todos os/as trabalhadores/as da educação. O debate teve como referência a legislação educacional atual e as defesas históricas da CNTE sobre Plano de Carreira.
Segundo Selene Michelin, secretária de assuntos municipais da Confederação, os participantes do encontro avaliaram os avanços, os limites e as dificuldades encontradas para a aplicação da metodologia e das ferramentas apresentadas na primeira oficina, ocorrida em setembro de 2011. "Os sindicatos municipais filiados à CNTE estão avaliando se os instrumentos que foram utilizados foram proveitosos para uma negociação efetiva com os governos municipais. Os sindicatos trouxeram que a ferramenta foi bastante importante, mas precisam aprofundar esse estudo", afirma Selene.
Toda a dinâmica da oficina foi conduzida pelo professor Henrique Lopes do Nascimento e o funcionário da Educação Alex Ferreira da Cruz. Profissionais da rede de Mato Grosso do Sul, eles realizam há vários anos um trabalho de pesquisa sobre o financiamento da educação, e ajudaram os sindicalistas a analisar os orçamentos municipais.
A secretária de assuntos municipais da CNTE explica que o objetivo principal do encontro foi capacitar os sindicalistas para negociar o piso com os governos municipais. "O objetivo é que os nossos associados cheguem a uma mesa de negociação qualificados, entendendo quais são as receitas, quais são as despesas do município, do estado, para que ele possa ter maiores condições de fazer uma discussão com seus gestores", afirma Selene.
Selene Michelin adianta que será realizada uma outra oficina no segundo semestre, desta vez com os dirigentes dos sindicatos estaduais, para discutir como melhorar o piso em cada unidade da Federação._________________________________________________________________________
FONTE: CNTE

sábado, 31 de março de 2012

PESQUISA DA CNTE REVELA...

Eles não cumprem a Lei 11.738, que determina o pagamento do piso nacional do magistério e a implantação de 1/3 de hora-atividade.

Se você, profissional da educação de qualquer parte de Brasil, sente-se lesado (a) pelo governo que você escolheu para representar seu municipio, informe ao site da CNTE, mostre para todos que seu prefeito também é INIMIGO DA EDUCAÇÃO.

 VEJA AS FOTOS NO SITE DA CNTE

sexta-feira, 23 de março de 2012

CONVOCATÓRIA

O Sindicato dos Profissionais de Educação de Dom Eliseu – PA (SINPEDE), com sede provisória na Av. Porto Alegre Nº 232 no uso de suas atribuições legais, convoca todos os Profissionais em Educação Pública Municipal de Dom Eliseu, para uma Reunião que será realizada no dia 24/03/2012, sábado, às 16:00hs na Escola Municipal de Ensino Fundamental Alacid Nunes. Para deliberarmos assuntos de interesse de todos os profissionais da educação do nosso município.VISITE O SITE DO SINPEDE

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

MEC anuncia reajuste de 22,22% para o piso nacional do magistério
O Ministério da Educação (MEC) anunciou no final da tarde de hoje (27) o percentual de reajuste do piso nacional do magistério, que deve ser atualizado em 22,22% e passar para R$ 1.451. A atualização segue a determinação do artigo 5º da Lei 11.738, de 16 de junho de 2008, aprovada pelo Congresso Nacional. O piso salarial foi criado em cumprimento ao que estabelece o artigo 60, inciso III, alínea "e" do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias.
Conforme a legislação vigente, a correção reflete a variação ocorrida no valor anual mínimo por aluno definido nacionalmente no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) de 2011, em relação ao valor de 2010.
A Lei do Piso determina que nenhum professor pode receber menos do que o valor determinado por uma jornada de 40 horas semanais, que agora é de R$ 1.451. Questionada na Justiça por governadores, a legislação foi confirmada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no ano passado. Em 2011, o piso foi R$1.187 e, em 2010, R$ 1.024. Em 2009, primeiro ano da vigência da lei, o valor era R$ 950.
Entes federados argumentam que não têm recursos para pagar o valor estipulado pela lei. O dispositivo prevê que a União complemente o pagamento nesses casos. Mas, desde 2008, nenhum estado ou município recebeu os recursos porque, segundo o MEC, não conseguiu comprovar a falta de verbas para esse fim. (CNTE, com informações da Agência Brasil 27/02/12)

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Piso salarial dos professores chegará a R$ 1.450,86 em 2012
Piso Salarial dos Professores

A projeção de arrecadação de impostos feita pelo Tesouro Nacional mostra que o piso salarial dos professores brasileiros deve chegar a R$ 1.450,86 em 2012. O valor é 22% maior do que o definido pelo Ministério da Educação para este ano, de R$ 1.187,08, e promete causar polêmicas entre governantes estaduais e municipais. Apesar de previsto em lei, o salário ainda não é cumprido por todos os Estados e municípios, que alegam falta de recursos para pagá-lo.

Essa é a menor remuneração que os professores devem receber por 40 horas de trabalho semanais. Vale lembrar, no entanto, que o valor ainda pode sofrer alteração. O reajuste do piso salarial é calculado com base no valor mínimo gasto por aluno segundo o Fundo de Manutenção da Educação Básica (Fundeb). Com as previsões já divulgadas pelo Tesouro, cada estudante custará R$ 2.009,45, pelo menos. Porém, só em dezembro, quando os cálculos são atualizados, o MEC divulga o valor final do piso. Os reajustes passam a valer em janeiro.

Recursos extras

A partir da projeção de receita arrecadada com impostos por Estados e municípios, a União coloca mais recursos no FUNDEB. Essa verba é destinada aos Estados que não conseguirão investir o valor mínimo estabelecido para cada aluno em todas as etapas da educação. Em 2012, o governo federal vai colocar R$ 10,6 bilhões no fundo. E parte desse recurso, pouco mais de R$ 1 bilhão, poderá ser usado para auxiliar a pagar o piso salarial.


Somente os Estados que receberão o complemento da União para financiar o ensino podem receber ajuda para o pagamento do piso dos professores. Em 2012, serão: Minas Gerais, Paraná, Alagoas, Amazonas, Pará, Maranhão, Ceará, Bahia, Paraíba e Pernambuco. Porém, municípios em dificuldade que pertençam a outros Estados podem solicitar recursos extras ao MEC. Em janeiro, o ministério aprovou critérios para ajudar prefeituras.


Segundo o MEC, menos de dez municípios solicitaram apoio desde então. Nenhum deles recebeu o benefício, porque não conseguiram preencher os pré-requisitos exigidos pela pasta.