sábado, 26 de maio de 2012
domingo, 13 de maio de 2012
CNTE critica divulgação de Ideb pelas escolas
A secretária-geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Marta Vanelli, criticou o Projeto de Lei 1530/11, que obriga as escolas de ensino básico a divulgar, em placas afixadas na porta dos estabelecimentos, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) da escola. O projeto está sendo discutido em audiência pública na Comissão de Educação e Cultura.
Segundo ela, o Ideb não é recurso de avaliação dos estabelecimentos da educação do País, e sim um instrumento de diagnóstico. Na visão dela, a divulgação do índice, como prevê a proposta, vai servir para "tirar o aluno da escola pública e levá-lo para a escola particular", o que seria prejudicial ao sistema educacional como um todo. "Temos que ter escolas boas para todos, não importa onde esteja a escola."
sexta-feira, 11 de maio de 2012
UM DIA, MÃE...
Um dia, o
Amor estendeu as mãos
para o nada e abriu o espaço...
Um dia, o Amor estendeu as mãos
para o homem e abriu-se o encontro...
Um dia, o Amor se tornou
vida de tua vida e eu existi...
Mãe, o céu sem confins revela-me teu amor...
A vastidão do mar fala-me da tua bondade...
As altas montanhas refletem teu heroísmo...
A profundeza dos vales espelha tua humildade...
A beleza das flores traduz teu caminho...
Tudo isso encerras dentro de teu grande coração...
E silenciosa, serena, sorrindo,
continuas labutando no cotidiano da vida.
para o nada e abriu o espaço...
Um dia, o Amor estendeu as mãos
para o homem e abriu-se o encontro...
Um dia, o Amor se tornou
vida de tua vida e eu existi...
Mãe, o céu sem confins revela-me teu amor...
A vastidão do mar fala-me da tua bondade...
As altas montanhas refletem teu heroísmo...
A profundeza dos vales espelha tua humildade...
A beleza das flores traduz teu caminho...
Tudo isso encerras dentro de teu grande coração...
E silenciosa, serena, sorrindo,
continuas labutando no cotidiano da vida.
Um
dia, o Amor se tornou
vida de tua vida e eu existi.
Obrigado, Mãe!
vida de tua vida e eu existi.
Obrigado, Mãe!
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Descrucificando os Professores
Encontrei esta MENSAGEM em um site e achei interessante compartilhar, pois ela tem a cara do nosso município. Leia e tire suas conclusões.
Descrucificando os Professores
De: Francisco Antonio da Silva
Falar sobre educação não é uma tarefa simples. Mas, diante de tantos problemas que vivenciamos e quase toda sociedade apontar somente os professores como culpados pelo fracasso escolar, iremos contrapor o nosso ponto de vista.
Para começar, devemos lembrar que o grupo gestor é o principal articulador de uma escola e por esse motivo, também faz parte do quadro de professores. E mesmo admitindo falhas no nosso nível de organização, no processo de ensino e aprendizagem, devemos lembrar que o caos instaurado nas escolas públicas também é culpa da família, dos políticos e da sociedade.
Sabemos que a família está totalmente perdida na educação dos filhos e passando toda a responsabilidade para a escola. E com essa desestruturação familiar, grande parte dos educandos recebe o pior tipo de educação: incentivo a gestos obscenos, conivência com a prostituição infantil, permissão a práticas agressivas, dentre outras. Hoje, quem manda nos pais são os filhos.
Além disso, os políticos também são responsáveis pelo insucesso escolar. Essa classe tem motivo de sobra para não querer que os jovens sejam educados para a cidadania e conscientes dos seus direitos e deveres. Justamente por isso criam leis que, ao invés de ajudar, atrapalham no processo educativo. Se isso não bastasse, minimizam os investimentos em educação e maximizam seus salários. Sem falar nos escândalos políticos. Essa aberração possui até sigla: UFC (Universidade Federal da Corrupção).
Temos também a sociedade que, de maneira geral, deseduca muito mais do que educa. A mídia está inserida nessa questão, pois, como formadora de opinião, deixa muito a desejar. São raros os programas que possuem um conteúdo adequado e os poucos que temos não são vistos pelas famílias, salvo, raríssimas exceções.
Embora haja muito discurso relacionado com a educação, poucas são as ações que de fato viabilizam o trabalho do professor. A ele é atribuída a missão de salvar a pátria; tudo é responsabilidade do professor. Porém, o papel do professor é ensinar e não administrar conflitos, mesmo porque não foi para isso que fomos formados. Além do mais, professor é um profissional como outro qualquer, não é Deus.
Por tudo isso, compreendemos que somente a escola não resolve o problema da educação no Brasil. Necessitamos de investimento pesado, valorização dos professores, acompanhamento sistemático da família no processo ensino-aprendizagem e políticas públicas que viabilizem nosso trabalho. E não de quem apenas nos crucifique.
Para começar, devemos lembrar que o grupo gestor é o principal articulador de uma escola e por esse motivo, também faz parte do quadro de professores. E mesmo admitindo falhas no nosso nível de organização, no processo de ensino e aprendizagem, devemos lembrar que o caos instaurado nas escolas públicas também é culpa da família, dos políticos e da sociedade.
Sabemos que a família está totalmente perdida na educação dos filhos e passando toda a responsabilidade para a escola. E com essa desestruturação familiar, grande parte dos educandos recebe o pior tipo de educação: incentivo a gestos obscenos, conivência com a prostituição infantil, permissão a práticas agressivas, dentre outras. Hoje, quem manda nos pais são os filhos.
Além disso, os políticos também são responsáveis pelo insucesso escolar. Essa classe tem motivo de sobra para não querer que os jovens sejam educados para a cidadania e conscientes dos seus direitos e deveres. Justamente por isso criam leis que, ao invés de ajudar, atrapalham no processo educativo. Se isso não bastasse, minimizam os investimentos em educação e maximizam seus salários. Sem falar nos escândalos políticos. Essa aberração possui até sigla: UFC (Universidade Federal da Corrupção).
Temos também a sociedade que, de maneira geral, deseduca muito mais do que educa. A mídia está inserida nessa questão, pois, como formadora de opinião, deixa muito a desejar. São raros os programas que possuem um conteúdo adequado e os poucos que temos não são vistos pelas famílias, salvo, raríssimas exceções.
Embora haja muito discurso relacionado com a educação, poucas são as ações que de fato viabilizam o trabalho do professor. A ele é atribuída a missão de salvar a pátria; tudo é responsabilidade do professor. Porém, o papel do professor é ensinar e não administrar conflitos, mesmo porque não foi para isso que fomos formados. Além do mais, professor é um profissional como outro qualquer, não é Deus.
Por tudo isso, compreendemos que somente a escola não resolve o problema da educação no Brasil. Necessitamos de investimento pesado, valorização dos professores, acompanhamento sistemático da família no processo ensino-aprendizagem e políticas públicas que viabilizem nosso trabalho. E não de quem apenas nos crucifique.
domingo, 29 de abril de 2012
Solicitação de crédito especial gera polêmica

Vereadores recusam projeto que
solicitava
quatrocentos mil para
construir
prédio da sede do instituto
de
previdência municipal de Dom Eliseu
A prefeitura de
Dom Eliseu enviou à câmara de vereadores em março o projeto de lei 0012/2012-GP
solicitando a suplementação de crédito especial de R$ - 400 mil para a
construção da sede do Instituto de Previdência Social do Município de Dom
Eliseu, proposta que foi recebida com receio pelos vereadores de oposição ao
prefeito Joaquim Nogueira Neto (PMDB), primeiro porque supõem-se que o prédio
pode ser erguido por um valor menor, e segundo é que a comissão de orçamento e
finanças descobriu que o valor para a construção da sede do instituto de
previdência municipal está contemplado na LOA – Lei Orçamentária Anual -
aprovada em dezembro de 2011 no valor de R$ - 300 mil.
sábado, 21 de abril de 2012
sexta-feira, 20 de abril de 2012
A LUTA DOS PROFESSORES DO SINTEPP
Nova
coordenação municipal encontrou problemas
A primeira ação será fazer valer
o valor do novo piso salarial e logo
em seguida arrumar estrutura
jurídica e burocrática da entidade
http://portaprofuturo.blogspot.com.br/
A primeira ação será fazer valer
o valor do novo piso salarial e logo
em seguida arrumar estrutura
jurídica e burocrática da entidade
http://portaprofuturo.blogspot.com.br/
O Sintepp – Sindicato dos Trabalhadores em Educação
Pública do Estado do Pará, coordenação de Dom Eliseu, empossou novos
coordenadores eleitos no mês de março, e um mês depois a coordenação atual
convocou uma assembleia para discutir duas situações que foram detectadas
causando preocupação à nova equipe de coordenadores na prestação de contas e
apresentação dos bens da entidade no triênio 2009/2011. Uma questão é de ordem
legal e que os novos coordenadores só tomaram conhecimento após levantamento de
ordem burocrática e financeira descobrindo que imóveis e bens de propriedade do
Sindicato não tinham documentos comprobatórios de posse legal, além de que não
se comprovaram gastos de recursos repassados ao sindicato nos últimos três anos.
E outra questão foi a efetivação do novo piso salarial instituído pelo governo
federal de R$-1.425 mil para este ano e que até o mês de abril não foi
pago.
O Professor Pedro Mesquita, atual coordenador
geral do Sintepp, disse que todos os bens e imóveis não estão em nome do
sindicato. “Isso cria um problema jurídico e um impasse, nós ainda não sabemos
quem são as pessoas que estão de posse desses bens”, disse ele preocupado por
não saber se vai conseguir encontrar facilidade de passar esses bens para o nome
do sindicato. “Além de que foi detectado o repasse de R$ - 207 mil nos últimos
três anos dos quais nós não encontramos comprovantes de gastos, apesar dos bens
adquiridos nos últimos anos”, mostrou Pedro.
A coordenação anterior, na pessoa do professor
Gessé Pinheiro, disse estar ciente dos fatos e disposto a sentar com a atual
gestão para organizar a situação da prestação de contas e da legalização dos
bens e imóveis do sindicato. “Os membros da coordenação anterior conhece os
problemas, e estamos dispostos a sentar para arrumar a casa, sei também que
falhamos em não ter resolvido esses problemas antes”, disse Gessé informando que
a coordenadora financeira no triênio de sua gestão, Almiralice França também faz
parte da atual coordenação, o que facilitará a solução dos problemas.
Pedro Mesquita disse que não é viável um embate
jurídico com a coordenação anterior, pois isso causará desgastes na atual
coordenação e atrito com colegas da mesma categoria. “Nós não podemos perder
tempo brigando entre nós, pois a luta é com a governo municipal para a
efetivação do piso salarial de 2012,” explicou ele.
OBSERVAÇÃO
DO SINTEPP ESTADUAL
Para assembleia do Sintepp foi convocada a
presença do coordenador estadual do Sintepp, Eloy Borges, cuja presença foi
essencial para a tomada de decisões a respeito dos problemas que foram debatidos
na ocasião, para ele a atual gestão tem que cobrar respostas da gestão anterior.
“O que a entidade movimenta é um recurso da categoria, não é particular e a
coordenação anterior precisa provar para onde foi carreado os recursos recebidos
dos repasses dos associados”, disse Eloy acrescentando que em relação ao piso
salarial não há o que discutir. “As prefeituras são obrigadas a pagar, porque é
lei federal, e acredito que essa nova coordenação, a partir deste momento, vai
trabalhar na perspectiva de mobilizar a categoria para fazer a pressão
necessária para que a prefeitura pague o piso”, disse Eloy lembrando que o
primeiro passo é o diálogo. No debate da assembleia foi abordado que a principal
dificuldade para instituir de fato o piso salarial aos professores de Dom Eliseu
é o excesso de pessoal na folha de pagamento do setor da educação municipal,
fato que Eloy determina como lógica perversa em muitos municípios de contratar
temporários que ao contrário dos efetivados em concurso público não constam
oficialmente na planilha do ministério da educação. “Dessa forma se há excesso
na folha o primeiro passo é tirar esse excesso, e isso a prefeitura tem que
resolver, porque o piso é lei e os professores que tem direito ao piso vão ter
que ser remunerados com os novos valores”, asseverou o coordenador
estadual.
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